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Mostrando postagens de Novembro, 2007

SEM NOME E FOME

ESTOU SEM FOME
DE LIXO, BUNDAS
VELAS E SANGUE

VORAZ, FAMINTO
SIGO VEREDAS
AO SOM DAS FOLHAS

ABRAÇO ESPINHOS
BEBO A VOZ
DA CAATINGA

SEM NOME, FOME
VOMITO BYTES
NA TECLA INFECTA

PINTADA NAS
RUAS E MENTES
SOLTAS, CADUCAS.

VORAZ SEM CINTO
RABISCO SOBRE
VELAS E BUNDAS
Lira Dutra
Acorda Granja e o 12 de outubro: teorizando sobre a origem do gritoAs ruas da cidade da Granja, que já não têm o hábito da higiene, têm sido recipiente de muitos adesivos com a frase “Acorda Granja”. Também são poucas as residências que, no anonimato da madrugada, não sejam atacadas com a colagem dos famosos adesivos. Oficialmente não se atribui autoria. Parece atentado terrorista! Mas não o é. É apenas parte de algum plano furado de falsos samaritanos cuja finalidade é a posse da vaca leiteira chamada prefeitura. Embora tendo ido pro brejo, ainda tem muito leite a oferecer. E nesse leite não tem água oxigenada nem Soda cáustica! É muito nutritivo aos bolsos de inescrupulosos, politiqueiros e analfabetos políticos. Mas de qual garganta ecoou o primeiro grito “Acorda Granja” ?Ouvi pela primeira vez o grito o grito “Acorda Granja” no dia 12 de outubro na II Romaria da Terra, evento realizado pelos movimentos sociais da Serra da Ibiapaba com a participação miúda da comunidade granjense. …