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ANALFABETISMO POLÍTICO COMO MOEDA DA POLITICAGEM

Na minha cidade desde o ano passado que se iniciou a campanha eleitoral com a vinculação de panfletos, aparentemente, anônimos. Mas o que mim entristece não é isso! O triste e ver as pessoas falarem de política como um negócio no qual quem tem dinheiro (e muito) é leva. Tipo no leilão! Não precisando ter o candidato nem um compromisso com o coletivo, com o bem comum. Ou seja, não precisando se esforçar para apresentar propostas de melhoria para vida da população. Este tipo de imaginário político vigente na minha querida Granja é de causar grande tristeza a quem tem o mínimo de cidadania.

E o pior é que tem muitos futuros candidatos ao pleito de vereador e prefeito que alimentam esse tipo de fazer política... Desculpe! O nome correto é politicagem. Dizem que tem muito dinheiro e buscando ganhar a confiança da população com festinhas e pagamento de cachaça nos botecos fortalecendo o analfabetismo político. Tratando as pessoas com prendas de um grande e leilão.

Somos sabedores que o problema não é a falta de dinheiro, sim a má distribuição dos recursos existente no país. E no município de Granja há grandes potencialidades para o desenvolvimento social, cultural e econômico. O problema é que o granjense não consegue sentir, ver e acreditar na fertilidade de seu quintal. Fica na espera das falsas promessas eleitoreiras, que não preciso lembrar o resultado.

O analfabetismo político permeia todas as camadas sociais, porém as camadas mais pobres são as que pagam o maior preço. Não precisamos de candidatos ricos, o que a cidade necessita é de pessoas dispostas a construir um modo se fazer política sem corromper a alma da população e onde o cidadão possa ser livre para pensar e construir seu projeto de vida, crente na ação positiva da coletividade. Se continuarmos nas algemas invisíveis do analfabetismo político, a cidade vai para o brejo... Ou melhor, não sairá do atoleiro sempre lembrado no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH. Cabe aos jovens a expressão de agentes ativos na construção da cidade, pois ficar com a mão segurando o queixo não é atitude de quem se declara jovem.

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