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As vaias e as reivindicações dos jovens

Nas esquinas históricas da Granja, muita gente tem mostrado preocupação e indignação pelo evento das VAIAS. Essas pessoas buscam, moralmente, julgar como ato crime a expressão popular. Isso é triste, pois nega o direto do granjense a exercer sua cidadania através da manifestar pública. Todos nós precisamos alimentar o corpo e espírito, mas ninguém é obrigado a engolir sapos e migalhas de pão que cai da mesa farta dos inescrupulosos, que pousam como donos da nação. O povo não tem dono. Nós não podemos nos deixar guiar por pessoas ou grupos de pessoas que usam a honestidade e o trabalho da nossa gente com cartões de créditos.

"O granjense é criador, agricultor, laborioso e especialmente artista. Não se encontra no povo um homem que não tenha um pequeno oficio; o que não é marceneiro, que é arte principal que caracteriza a industria do povo, é ferreiro, pedreiro, sapateiro ou ourives; cada qual tem em fim o seu oficio", escrever sobre nós o padre Vicente Martins, em 1912. Historicamente somos pessoas ricas na arte e trabalhadores. É bem verdade, pois, numa cidade onde os postos de emprego são inexistes, não deixamos a peteca cair. Vende-se picolé, pastel, milho e feijão ou monta-se barraca de na praça, mas não ficamos parados. Porém isso é pouco, pouquíssimo para o mundo de... LEIA MAIS EM GRANJA CEARÁ

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